PRESIDENTE DO PV LAMENTA NÃO TER UM CANDIDATO A PRESIDÊNCIA E RECEBE CONVITE DA MARINA

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O Partido Verde (PV) decidiu que não terá candidato à Presidência da República na reunião do Partido que ocorreu em Brasília. José Luis Pena, atual presidente nacional do PV, declarou o seguinte:

Lamentavelmente não tínhamos condições de apresentar uma candidatura [para a Presidência da República]

E sobre o convite para ser vice na chapa da Marina, o presidente do PV reitera:

Resolvemos, portanto, não ter candidato à Presidência. Marina ofereceu o vice na chapa, mas temos prazo até 5 de agosto para decidir

Ficou decidido após a reunião que as unidades regionais terão liberdade para apoiar outras candidaturas, com exceção do candidato Jair Bolsonaro que foi vetado pela Direção Nacional.

De acordo com Pena, essa situação se deve à insatisfação do partido com o atual sistema eleitoral, e aos problemas decorrentes do parlamentarismo de coalizão e da forma como o pleito é processado.

 

Com informações Agência Brasil

A Executiva Nacional do Partido Verde (PV) decidiu hoje (28), durante reunião em Brasília, que não terá candidato à Presidência da República. O partido também não tem ainda uma posição definida sobre o convite feito pela Rede, no sentido de indicar o candidato a vice na chapa que deverá ser encabeçada por Marina Silva.

“Lamentavelmente não tínhamos condições de apresentar uma candidatura [para a Presidência da República]”, disse o presidente nacional do PV, José Luis Pena, ao deixar a reunião. “Resolvemos, portanto, não ter candidato à Presidência. Marina ofereceu o vice na chapa, mas temos prazo até 5 de agosto para decidir”, acrescentou.

Uma deliberação na reunião de hoje possibilitará que, mesmo indicando o vice da chapa, as unidades regionais terão liberdade para apoiar outras candidaturas. Segundo Pena, essa situação se deve à insatisfação do partido com o atual sistema eleitoral, e aos problemas decorrentes do parlamentarismo de coalizão e da forma como o pleito é processado.

Bolsonaro

“As dificuldades foram criadas por esse sistema velho e por essa política viciada. Estamos em discordância completa com o sistema eleitoral posto. Somos contra esse presidencialismo de coalizão e contra o jeito como essas eleições são processadas. Somos parlamentaristas e acreditamos no voto distrital”, argumentou ao informar que a estratégia para as eleições de 2018 é a de tentar eleger o máximo de deputados federais.

“Respeitamos todos os acordos políticos feitos [a nível local]. Estamos na resistência. Para resistir, precisamos honrar os acordos que viabilizam nossa direção, que é eleger deputados federais”, completou.

Essa liberdade dada às unidades regionais tem um limite: “Foi vetado o apoio ao candidato Jair Bolsonaro. Estamos para ele como o vampiro para o alho. Ele representa um retrocesso muito grande, com propostas que são absolutamente incompatíveis com qualquer sonho de futuro”.


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