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DITADURA CONSIDERAVA CIRO GOMES SUSPEITO DE SUBVERSÃO

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Ciro Gomes, candidato à Presidência da República pelo PDT, foi monitorado pelo Serviço Nacional de Informações (SNI), a partir do ano de 1979.

Ciro Gomes teve a vida observada pelo SNI entre 1979 e 1988. Começou a ser considerado suspeito ainda quando era militante estudantil. Como deputado estadual e como prefeito de Fortaleza, o SNI não deixou de tê-lo na mira. O órgão foi extinto pelo governo de Fernando Collor.

Em 7 de agosto de 1979, foi emitido um documento classificado como confidencial referente a uma greve de trocadores e motoristas de ônibus na capital cearense. Suspeito de subversão, o Movimento contra a Carestia, do qual Ciro Gomes fazia parte, foi detido.

O documento é parte do relatório produzido pelo CISA (Centro de Informações da Aeronáutica). Três meses depois de detido, Ciro foi ao Movimento dos Estudantes Não-Alinhados, grupo de oposição às lideranças da UNE naquele momento.

Sobre a ideia de julgamento sumário de torturadores, no calor dos acontecimentos, a partir da Lei de Anistia outorgada por Figueiredo, ideia recorrente entre militantes de esquerda naquele momento, Ciro parecia um tanto cético. Era a favor do julgamento, mas que não poderia ser sumário, pois daria subsídios às Forças Armadas para introjetarem em suas tropas um sentimento de revanchismo.


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