EM 2004, SECRETÁRIO ESTADUAL DE ENERGIA DENUNCIOU SITUAÇÃO DO MUSEU NACIONAL

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Em 2004, o engenheiro, Wagner Victer, que era secretário estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo, visitou o Museu Nacional e constatou várias irregularidades.

A época, o secretário disse ter ficado impressionado com a situação das instalações elétricas que, segundo ele, estão em estado deplorável.

“O museu vai pegar fogo. São fiações expostas, mal conservadas, alas com infiltrações, uma situação de total irresponsabilidade com o patrimônio histórico”

O diretor do museu, Sérgio Alex Azevedo, reconheceu que a situação elétrica do museu é realmente bastante complicada. Disse que a crise já dura 40 anos e se agravou nas duas últimas décadas por causa do descaso e da demora de liberação de verbas. Segundo ele, em dezembro de 2003 foi feita uma vistoria que constatou que as instalações elétricas do prédio são inadequadas e que era urgente à implantação de um sistema de combate a incêndio.

O laudo, de acordo com Sérgio Alex, foi encaminhado aos Ministérios da Educação, da Cultura e de Ciência e Tecnologia, que prometeram uma verba de R$ 40 milhões para uma reforma no prédio.

O Museu Nacional possuía o mais importante acervo de história natural da América Latina. Eram nove mil metros quadrados de exposições permanentes e temporárias, cursos de pós-graduação, eventos, seminários, exibição de vídeos e atividades especiais para menores, inclusive carentes. O museu abrigava também três coleções de importância internacional: a de paleontologia (com ossadas de animais brasileiros pré-históricos), a de arte indígena e a egípcia, comparável, segundo especialistas, às dos mais importantes museus do mundo.

Com informações: Agência Brasil


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