Press "Enter" to skip to content

PAULO GUEDES NEGA QUE DARÁ CALOTE NA DÍVIDA PÚBLICA

Gostou? Compartilhe!

Com informações Monitor Digital

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, negou a possibilidade de renegociação da dívida pública. Em entrevista a jornalistas ao chegar ao Ministério da Fazenda, ele disse que houve um mal-entendido sobre a necessidade de conter a expansão do endividamento do governo. “O que existe é uma preocupação com a dívida”, declarou.

Segundo o futuro ministro, que coordena a área econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro, o Brasil precisa diminuir o pagamento dos juros da dívida pública. Ele, no entanto, negou que isso signifique uma renegociação.

“Durante a campanha, falei que [o Brasil] tinha uma despesa de juros demasiada, de US$ 100 bilhões por ano. Isso é reconstruir uma Europa por ano. Eu falei tantas vezes que os juros são recessivos que o presidente pode ter entendido que íamos renegociar a dívida, mas isso está fora de questão”, enfatizou Guedes.

Para o futuro ministro da Economia, o caminho para o setor público diminuir o pagamento dos juros da dívida pública interna são as privatizações. “Como é que você ataca os juros da dívida interna? Exatamente fazendo como as empresas fazem. Vendem alguns ativos e não deixam a dívida crescer”, declarou.

Em relação à fusão de ministérios, Paulo Guedes negou que os futuros ministros nascerão com superpoderes. “Todo mundo está achando que os futuros ministros têm superpoderes. É o contrário. Os ministérios estão juntos para evitar superposição. Por exemplo, de repente, a Fazenda baixa os impostos e aí o Ministério da Indústria não abriu a economia. Ou então, o Ministério [da Indústria] abre a economia e prejudica a indústria brasileira porque os impostos não foram reduzidos ainda. Não posso promover a competição estrangeira no Brasil sem antes reduzir impostos”, explicou.

 


Gostou? Compartilhe!

Be First to Comment

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *