CRISTINA KIRCHNER E O “EFEITO ORLOFF

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CRISTINA KIRCHNER E O “EFEITO ORLOFF”

1. Todas as pesquisas apontavam para o fato de que a rejeição ao PT era bem maior do que o potencial de votos de Haddad. Dentre os petistas, apenas Lula teria condições de, talvez, superar a rejeição.

2. Lula e o PT – ao pressionarem o PSB para retirar o apoio a Ciro, reduzindo drasticamente seu tempo de tevê – deram mostras de que preferiam perder com Haddad a ganhar com um concorrente no campo progressista.

3. O raciocínio talvez tenha sido este: com Bolsonaro no governo, as chances de o PT voltar à presidência em quatro anos seriam bem maiores do que com Ciro eleito presidente.

4. Tudo leva a crer que prevaleceram os interesses “corporativistas” dos caciques do partido e de sua burocracia…

5. Em minha opinião, a rejeição ao PT e a estreiteza de horizontes de seus caciques e burocracia deram a vitória a Bolsonaro.

6. Cristina Kirchner, mutatis mutandis, quer se livrar do segundo aspecto – a estreiteza de horizontes –, já que não pode ser livrar do primeiro aspecto, isto é, da rejeição ao seu nome.

7. Cristina pelo jeito é daquelas que observam o ditado que diz que errar é humano, mas persistir no erro é fazer o jogo da direita.

Prof. Luiz Carlos de Oliveira e Silva


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