CORONAVÍRUS FAZ RODRIGO MAIA ABANDONAR DISCURSO DE ESTADO MÍNIMO

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Até nos momentos de pandemia global é possível vir coisas boas, foi preciso um grande e alarmante surto de uma doença que muitos sequer acreditavam na sua existência, sim, estou falando do coronavírus, foi preciso ele aparecer para que o presidente da câmara dos deputados federal abrisse os olhos.

Sem essa doença desacredita e tão amenizada por Bolsonaro não seria possível vermos os discursos demonizados como de esquerda serem tão entonados pela direita, o coronavírus, por exemplo, fez o presidente da câmara deputados federais, Rodrigo Maia(DEM-RJ), defensor ferrenho do estado mínimo e da PEC 95, dar uma entrevista a CNN Brasil propondo a intervenção estatal, quem diria hein? “a intervenção [do governo] na economia, para que a gente possa garantir os empregos e que as empresas não quebrem e que também possa cuidar dos mais vulneráveis”.

Parece contraditório que o presidente da câmara dos deputados federais, que tratou pessoalmente da reforma da previdência e vive a dizer que o estado não deve intervir na economia, porque ela se autorregula pelo mercado, esteja preocupado com vulneráveis e principalmente com o as empresas e empregos.

Parece que o discurso do estado mínimo é a grande vítima do coronavírus, não precisamos lembrar que esse site sempre foi árduo e ferrenho opositor ao estado mínimo e a PEC 95, por entender que essas medidas estrangulariam os serviços públicos que são usados pelos mais vulneráveis, nós não precisamos que o coronavírus afetasse as nossas vidas para entendêssemos que sem o estado a economia não gira, em momentos de crise é o estado quem tem a obrigação de ser o motor que faz a roda da economia girar, quanto mais estado mínimo, menos direitos, menos assistência aos mais pobres, é isso que Rodrigo Maia (DEM-RJ) não entendia até o coronavírus bater em sua porta.

Texto: Pedro Oliveira

Edição: Ana Fernandes

Informações: CNN Brasil.

Com informações Noticiário Político Nacional


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