Tela Azul – a farsa da 'praticidade' da tecnologia brasileira

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Fico abismado como o Brasil é uma potência educacional e digital.

Enquanto os Estados Unidos da América salve salve vai pagar o auxílio emergencial de 1200 dólares com um vale de papel, uma espécie de cheque ao portador. O Brasil, como sua população tem mais acesso às altas tecnologias, tá pagando com conta digital, app e código pra saque eletrônico. A gente é muito foda mesmo né!?

Será?

Uma multidão de miseráveis, que não sabe desenhar um O com um copo vazio vai ter que se virar com um celular e aplicativo, vai ter que entrar no mundo digital à fórceps. E a pergunta a ser feita é: por quê?

“Ah… É para evitar filas e aglomeração.” … Ahammm a gente vê como evita. Tem fila na Caixa, na Receita Federal (aliás, interessante, foi começar a dar fila na porta da Receita Federal que rapidinho saiu uma decisão judicial pra liberar da exigência do CPF regular – ô sindicato foda esse dos auditores hein!)

A questão é: EMISSÃO DE MOEDA.

Enquanto os EUA tem uma média de ativo circulante da ordem de 40% do total de ativos, o Brasil tem ridículos 5%.

Ou seja, de cada 100 reais que existem na economia brasileira, só 5 estão em forma de moeda corrente. E os nossos economistas não sabem pensar fora da pocilga e acreditam que o chiqueiro é plano, e acreditam também que emissão de moeda numa crise de freada brusca da Economia geraria inflação.

Essa é a nossa tragédia. Falta de ativo circulante, vulgo, moeda, dinheiro, notinhas…

A Caixa tá fazendo das tripas coração, um trabalho hercúleo, pra criar um sistema novo, e abrir uma base nova para milhões de novos cadastros em questão de dias, além de informar e tentar auxiliar a população carente a utilizar o novo sistema. A toque de caixa, com restrição de pessoal, home office, fora o risco à exposição ao vírus e a exposição da marca.

Tudo parte manter intacto o sistema de alienação de riqueza do povo.

Autor do Texto – Josh Del Castillo


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