Clube e Sindicato dos Lojistas questionam a reabertura do Comércio decretado por Marcelo Crivella

Marcelo Crivella (Tomaz Silva/Agência Brasil)
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CDL questiona porque lojas de móveis, concessionárias e shoppings estão com preferência sobre a grande massa de lojas de rua, só em julho.

O presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (Sindilojas-Rio), Aldo Gonçalves, junto com outras entidades representativas do comércio carioca, vão questionar o prefeito Marcelo Crivella (PRB) sobre o plano de reabertura das atividades comerciais da Prefeitura do Rio, que deixou para a última fase, daqui a um mês, as lojas de rua, que compõem a grande maioria dos estabelecimentos comerciais da cidade.

De acordo com Aldo, é inexplicável autorizar a reabertura de outras atividades comerciais como as lojas de móveis e decoração e as concessionárias de automóveis e em seguida os shoppings, em detrimento das lojas de moda, sapatos, confecção, tecidos, bijuterias, joias, acessórios e outras, que só poderão reabrir em julho, daqui há um mês.

As entidades esperam que esses e outros equívocos sejam corrigidos pela Prefeitura.

O Sindilojas-Rio e CDL Rio, juntamente com outras entidades coirmãs, também estão solicitando audiência com o prefeito para reivindicar que sejam corrigidos tais equívocos.

Ontem, a Justiça do Rio manteve decisão de proibir a abertura dos templos religiosos para realização de cultos presenciais no município do Rio de Janeiro. Na sexta-feira (29), a 7ª Vara de Fazenda Pública suspendeu a eficácia do Decreto Municipal nº 47.461/2020, que autorizou a atividade presencial, acolhendo as ações civis públicas ajuizadas pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público do Estado.

A Procuradoria-Geral do Município havia tentado suspender, no dia 31 de maio, a decisão da 7ª Vara de Fazenda Pública durante o Plantão Judiciário. Porém, o recurso foi negado pelo desembargador José Muiños Piñeiro Filho, que considerou não haver risco de qualquer dano irreparável se a decisão fosse mantida até a análise da 2ª Câmara Cível.

Na decisão desta segunda, a desembargadora Maria Isabel Paes Gonçalves, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça entendeu ser necessária a apresentação pelo município do Rio de análise de impacto regulatório, nos parâmetros estabelecidos nos manuais da Casa Civil da Presidência da República e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sobre as medidas adotadas no município para enfrentamento da pandemia.

Com informações Monitor Digital


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