O Rei Louco e sua Admirável Arte de jogar Gasolina num Incêndio

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Quando nós, meros mortais imaginaríamos que após passado a turbulência de 2016 enfrentaríamos outra crise de proporções catastróficas?

Contudo, dessa vez tendo por inquilino do palácio da Alvorada uma figura “tosca” que mescla incompetência e insanidade e age como um déspota, um imperador louco, assim como Nero ou Calígula, na pior crise envolvendo saúde e economia.

Parecia que a simples saída da presidenta resolveria todos os nossos problemas de gestão, porém hoje, olhando para todos os eventos passados, consigo entender o tiro de 12 que o povo deu no próprio pé, e ainda sua procura incansável de um cirurgião plástico pra remendar o estrago, para que não pareça tão feio assim.

Alguns dizem: “Perdemos o pé, mas ao menos destruímos o sapato” penso se não teria sido mais inteligente, apenas tirar o calçado e lançar fora??.

Quando ouço a celebre frase “Pelo menos tiramos o PT”, não consigo deixar de ter a certeza de que quem a diz é um grande imbecil, pois não era sobre tirar um partido do poder, tratava se de escolher um projeto para os próximos 4 anos que tirasse o país da situação a qual se encontrava e, ao menos, resolvessem os problemas pontuais de gestão que todo governo enfrenta. Porém o que vimos foi um Fla Flu, onde o juiz era o próprio capeta, uma partida onde não se discutiam projetos, não se discutiam soluções, apenas acusações.

Pois bem, o improvável aconteceu, desde a eleição de Tiririca que cheguei a conclusão de que alguns cidadãos não deveriam ter esse nome, pois levam a eleição e o futuro do país na “flauta”, na brincadeira, consequência desse comportamento é que hoje temos mais um palhaço, dessa vez na presidência, mais ao estilo “IT a Coisa” e menos Bozo como é o Tiririca.

Estamos sentindo na pele as consequências de não usar o cérebro, não pesquisar a vida pregressa, e ignorar comportamentos, na hora de fazer a escolha de um ocupante de cargo eletivo público.

Crises vem e vão, porém, elas são determinantes para revelar a competência do gestor, infelizmente não foi nosso caso, pois estamos diante da pior crise econômica e de saúde pública de dimensões globais do nosso século e temos como chefe de estado o pior presidente da história recente desse hospício chamado Brasil.

Autora do texto – Herika Amante

Com informações Folha Progressista 


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