Blogosfera de Esquerda iludiu seus leitores – Abraham Weintraub foi indicado para o Banco Mundial

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Dias atrás ocorreram debates que cresceram em torno de Felipe Neto e Allan dos Santos, é possível que algumas pautas tenham passado direto pela nossa atenção hiperestimulada, como é o caso da censura aos servidores públicos, da possível tributação da cesta básica e a posse de Weintraub no Banco Mundial.

Começando pelo último caso citado, a posse de Weintraub já havia sido aventada como muito provável, posto que, como serviçal do imperialismo e sendo o Banco Mundial um braço do interesse internacional que pauta a educação em países periféricos, Weintraub está recebendo o prêmio pelo desserviço prestado à educação do seu país e pelo caos político promovido aqui, o que fortalece o imperialismo e enfraquece a nossa soberania. O ônus fica para as páginas da esquerda que disseram que Weintraub não seria colocado na função por ser um fugitivo do Brasil, mais uma vez confundindo a militância progressista e produzindo a apatia de maneira metódica no campo popular.

No que tange à censura dos servidores públicos, é preciso destacar uma ação promovida pela CGU que prevê punição para servidores que se manifestarem contra o governo, o que deve aprofundar o clima de censura já demonstrável pela própria lei de censura das redes que tramita no Congresso. Ao fazer isso, o governo age proibindo os funcionário públicos (via CGU) e tolhendo os debates políticos sobre o restante das pessoas (via TSE).

O último fato a ser apresentado é o que tem sido aventado pelo Ministério da Economia: o aumento da tributação sobre a cesta-básica, o que se destina a gerar receita para implantar o possível “Renda Brasil”. Isso significa que o governo Bolsonaro, ao invés de atacar os privilégios dos mais ricos para fortalecer uma política social, irá atirar o ônus sobre as costas das classes trabalhadoras e da classe média, que pagarão o custo da abertura de um abismo social em um país que não ataca historicamente os privilégios do topo da pirâmide socioeconômica. É importante frisar que o governo Bolsonaro só lançará mão da renda mínima (historicamente critica por Bolsonaro) para evitar a revolta social em tempos de crise e também para expandir a sua base de apoio no meio popular.

Com informações Verdade Concreta


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