Minas e Rio têm os combustíveis mais caros do Sudeste

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De acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o Rio de Janeiro tem a gasolina e o etanol mais caros da Região Sudeste, com preços médios por litro de R$ 5,131 e R$ 4,191, respectivamente. Já Minas Gerais lidera negativamente os valores mais caros do diesel (R$ 3,882), diesel S-10 (R$ 3,969) e gás natural veicular (R$ 3,408). Enquanto isso, São Paulo registra a menor média da Região em todos os combustíveis. O destaque do Espírito Santo foi para o registro do maior recuo no valor do GNV no país no último mês.

O etanol paulista é o mais barato do Brasil. Mesmo com aumento de 0,65%, o combustível é comercializado a R$ 3,093, em São Paulo. Em Minas Gerais, onde é encontrado o segundo menor preço, o litro médio sai das bombas a R$ 3,404.

Na Região Sudeste, o único combustível que registrou baixa de preços, se comparado a dezembro, foi o GNV, puxado pela queda de 1,51% no Espírito Santo, onde é comercializado a R$ 3,323. A média do combustível na região é de R$ 3,254, a menor do país.

“Tanto o diesel quanto o diesel S-10 em janeiro foram encontrados na Região Sudeste com valores acima apenas da Região Sul. Já o etanol só foi mais caro que no Centro-Oeste”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Na relação 70/30, que compara a gasolina e o etanol, a Região Sudeste segue dividida. Em São Paulo e Minas Gerais, o etanol compensa em relação à gasolina. No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a gasolina é mais vantajosa.

Por outro lado, estudo intitulado “HEV -Veículos Híbridos e Elétricos 2020”, da consultoria MegaDealer, através de dados da plataforma Auto Avaliar, identificou desaceleração nas vendas de automóveis híbridos e elétricos, nos meses de novembro e dezembro, por conta da segunda onda da pandemia. Se em agosto e outubro do ano passado as concessionárias levavam em média 30 dias para vender um modelo dessa categoria, o giro de estoque registrado em dezembro mostrou um período de 47 dias para efetivação da negociação.

“Precisamos entender se o mercado vai se comportar da mesma maneira como ocorreu na primeira onda, quando o giro de estoque chegou a 73 dias em média em junho, e quando ele vai conseguir recuperar novamente, porque, apesar desta desaceleração, os números mostram que os elétricos e híbridos já se tornaram uma opção de compra levada em consideração pelo brasileiro, afinal o mercado passou de aproximadamente 12 mil unidades vendidas em 2019 para quase 20 mil em 2020”, afirma o Country Manager da MegaDealer no Brasil, Fabio Braga.

Quando o assunto é tíquete médio, o estudo mostra que o brasileiro gastava pouco mais de R$ 157 mil em um modelo do tipo em 2019, e já a partir do segundo semestre de 2020 esse valor aumentou muito, ultrapassando R$ 271 mil.

“E se excluirmos os dados da Toyota, que lidera as vendas do setor com os modelos Corolla e RAV4, esse valor é ainda maior, chegando a R$ 357mil”, diz.

Com informações Monitor Digital


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