Em situação de crise, neoliberais se veem perdidos

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Por Marcos de Oliveira

No início de 2020, o professor emérito da UFRJ, Carlos Alberto Nunes Cosenza, titular de Economia Matemática da Coppe/UFRJ, alertava: “Em situação de crise, os neoliberais se veem perdidos. Continuar a tese de Estado Mínimo é condenar mais de 40 milhões da nossa população à miséria total, aqueles que precisam da assistência efetiva do Estado.”

“Se algum membro da equipe econômica, com mais de dois neurônios, conseguir pensar”, prosseguia Cosenza, “vai ‘adivinhar’, que em situações de crise, como a atual, o governo pode e deve lançar mão do ‘imposto inflacionário’ e se respaldar no efeito multiplicador dos gastos do governo. A cada real despendido, a renda nacional cresce entre 1,5 e 1,8.”

Sobre os discípulos da Escola de Chicago, o professor explicava: “Mostro aos alunos de doutorado a essência de um pensamento econômico destruidor. Nunca deu certo em lugar nenhum do mundo em que foi aplicado. Ainda bem que a situação no Chile mostrou a fraude e a impostura da Escola de Chicago. Parece uma poderosa arma americana. Bem a frente de tanques e canhões.”

Passou-se 1 ano e o texto continua atual.

Com informações Monitor Digital


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