Caminhoneiros mantêm greve a partir da próxima segunda-feira

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Motoristas cobram Petrobras para iniciar negociação.

Sem acenos concretos do governo, os caminhoneiros mantêm a greve a partir dos primeiros minutos do próximo dia 26. O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), uma das entidades que encabeça o movimento, defende o fim do Preço de Paridade de Importação (PPI), mecanismo adotado pela Petrobras e principal responsável pelo alto custo dos combustíveis.

O preço do diesel atingiu R$ 4,594 na semana passada (média ANP). Em 2017, o óleo chegou a R$ 3,40, o que deflagrou a greve que paralisou boa parte das entregas no país.

Representantes do CNTRC reclamam que a Petrobras não chamou os caminhoneiros para negociar e tentar evitar a paralisação. Os motoristas propõem substituir o PPI pelo Preço de Paridade de Exportação (PPE), em que seria mantida a paridade internacional, mas em outras bases.

O Conselho defende a taxação da exportação de petróleo bruto como medida imediata, até que todo o processo seja analisado. “Os recursos advindos da taxação na exportação de petróleo bruto poderão ser utilizados para compensar estados e União na redução de impostos sobre combustíveis”, defendem em carta aberta ao presidente Bolsonaro.

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Com muitas entidades e dispersos nacionalmente, os movimentos dos caminhoneiros esbarram ainda na divergência política, já que alguns enxergam na paralisação uma contestação ao governo, o que é negado pelas entidades. A expectativa, de todo modo, é que a greve tenha adesão. Devem continuar trabalhando os caminhoneiros ligados ao agronegócio, com faturamento em alta devido aos preços elevados das commodities e à alta produção.

Na carta a Bolsonaro, a CNTRC defende o papel estratégico da Petrobras, “um instrumento do Estado brasileiro criado para promover o desenvolvimento da nação. O fato de a companhia negociar suas ações no mercado de capitais não modifica sua finalidade original. Nos últimos anos, as finalidades da empresa têm sido desvirtuadas de forma criminosa”, acusa a entidade.

Com informações

Sem acenos concretos do governo, os caminhoneiros mantêm a greve a partir dos primeiros minutos do próximo dia 26. O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), uma das entidades que encabeça o movimento, defende o fim do Preço de Paridade de Importação (PPI), mecanismo adotado pela Petrobras e principal responsável pelo alto custo dos combustíveis.

O preço do diesel atingiu R$ 4,594 na semana passada (média ANP). Em 2017, o óleo chegou a R$ 3,40, o que deflagrou a greve que paralisou boa parte das entregas no país.

Com informações Monitor Mercantil


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