Impopularidade de Bolsonaro aumenta também entre evangélicos

Jair Bolsonaro
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Alta dos preços faz governo perder apoio na classe média.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostra que a reprovação ao Governo Bolsonaro não para de subir: 53%, ante 51% no levantamento anterior, realizado em julho; 24% classificaram de regular (sem alteração em relação à pesquisa de julho); e 22% apontaram como ótimo/bom (eram 24%).

O declínio na popularidade foi forte na classe média. No grupo com renda de 5 a 10 salários mínimos, a reprovação pulou de 41% para 50%, possivelmente por conta da disparada dos preços.

A queda também acontece em uma fatia da população importante para ele, a evangélica. Desde janeiro de 2021, a reprovação a Bolsonaro subiu 11 pontos percentuais dentre este público. Atualmente, 41% (eram 34% em julho) dos evangélicos reprovam o governo, enquanto 29% (ante 37%) aprovam.

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O Datafolha ouviu presencialmente 3.667 pessoas entre 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Estudo do Instituto Mapa em parceria com a Neokemp em todo o território nacional revela que as redes sociais e a televisão foram apontadas como os meios que mais influenciam o eleitor para decidir seu voto à Presidência da República: 30% citam as redes, e 28%, a televisão. Em seguida vêm jornais (11%), sites de notícias (10%), rádio (5%) e sites de partidos e de candidatos (2%). Inclui-se também conversas com parentes e amigos (3%). Já 11% não souberam dizer qual meio de comunicação influencia mais.

Com informações Monitor Mercantil


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