Jabuti não sobe em árvore, nem Temer vai a Brasília à toa

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Por Marcos de Oliveira

Humilhação imposta a Bolsonaro não significa fim de linha.

A expressão era muito utilizada por Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas: “Jabuti não sobe em árvore. Se está lá, ou foi enchente ou foi mão de gente.”

Michel Temer não foi ao Planalto com uma carta no bolso para Jair Bolsonaro assinar a chamado do presidente. O fato de, em 1999, o então presidente da Câmara ter salvo o mandato do então deputado não o credencia como amigo das horas incertas.

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Bolsonaro se submeteu à humilhação – na definição de um bolsonarista, temos em São Paulo um calça apertada, e em Brasília, um calça frouxa – por pressão graúda, de gente que colocou Temer à disposição. Quem? Pode-se pensar nas Forças Armadas, Judiciário e mercado financeiro. Provavelmente, os 3.

Não interessava a nenhum deles um rompimento agora. Enquadrar Bolsonaro, extrair o máximo de desmonte do Estado e arrumar um nome da “terceira via” – forma engomada de classificar a direita que come de garfo e faca – os une. Se não aparecer ninguém viável para enfrentar Lula, ninguém duvide que marcharão, como disse Wilson Roberto Vieira Ferreira, do Cinegnose, “com Bolsonaro mesmo, tapando o nariz para evitar o mal cheiro”.

Com informações Monitor Mercantil


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