Rússia passa bem sem o Swift

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Sistema internacional financeiro era usado apenas por ‘ser conveniente’.

A Rússia sobreviveu à exclusão do sistema internacional de mensagens financeiras Swift – e passa bem, obrigado. É o que garante o assessor presidencial russo Maxim Oreshkin: “É muito simples em relação ao Swift: faremos para que não haja necessidade. Esta é, na verdade, a tarefa-chave no momento, como já mencionei. Estamos nos concentrando em maximizar a conveniência para a atividade econômica estrangeira”, disse Oreshkin.

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O relato foi feita à agência Tass e replicado pelo boletim diário da EIR. Oreshkin acrescentou: “O mundo inteiro era refém do sistema financeiro ocidental porque todos se acostumaram com isso; era conveniente para todos. Está fundamentalmente claro por que a Rússia e a China estão usando dólares ou euros; apenas por hábito. Agora, o [volume de negócios] em iuan está subindo, o volume de negócios do rublo está subindo”, disse Oreshkin. “Vamos projetar esses mecanismos que simplificarão ainda mais o processo.”

O Banco Central da Rússia se prepara para reduzir novamente as taxas de juros em sua reunião de 22 de julho. O BC russo diminuiu a taxa básica de 11% para 9,5% ao ano em 10 de junho. Quase 3 pontos percentuais menor que a Selic, sendo que o brasil não está sofrendo boicote.

Perdas extremas

Os danos causados por eventos climáticos extremos custaram à Alemanha € 145 bilhões de euros (cerca de R$ 800 bilhões) desde 2000, de acordo com um estudo publicado pelo Ministério de Assuntos Econômicos e Ação Climática (BMWK).

A maior parte dos danos, no valor de € 80 bilhões, ocorreu nos últimos quatro anos, segundo o estudo. Desastres relacionados a inundações em julho de 2021, que destruíram aldeias inteiras e mataram 186 pessoas, representaram metade das perdas.

Com informações Monitor Mercantil


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